Já o mais recente gadget que a Nokia apresentou, introduz um novo conceito que poderá ajudar-nos a reduzir nossos danos ambientais, chamado Eco Sensor Concept. Ele é composto por duas partes: uma unidade sensorial que pode ser vestida como uma pulseira e o celular propriamente dito. A unidade com sensor será capaz de “sentir e analisar seu ambiente, saúde, e condições climáticas locais”, e também será alimentada por células colocadas ao redor da pulseira, que captam energia solar.
O aparelho móvel poderá “compartilhar dados ambientais coletados pelo dispositivo sensorial e ver os dados compartilhados de outros utilizadores, aumentando, assim, sua consciência ambiental global.” Além disso, irá utilizar materiais reciclados, como plásticos à base vegetal e aço 100% reaproveitado. Uma tela OLED reduzirá a potência de utilização e, provavelmente, a bateria será alimentada por energia solar.
Porém, a empresa está investigando outras possibilidades alternativas de fontes energéticas, como a energia cinética, gerada a partir de movimentos do próprio aparelho, ou seja, o celular poderá gerar sua própria energia. É o princípio da autonomia de um sistema por retroalimentação.
Nas palavras da própria Nokia: “Reduzir, reutilizar e reciclar – o Nokia Eco Sensor Concept é construído a partir de todos estes três princípios subjacentes à redução de gastos. A ênfase será colocada nos materiais usados e reusados na construção do aparelho.
Para completar o Nokia Eco Sensor Concept, o aparelho e a unidade detectora serão otimizados para consumirem menos energia que os celulares em 2007, tanto no processo de fabricação quanto de utilização. Fontes alternativas de energia, tais como a energia solar, serão o combustível necessário para a utilização da unidade sensorial. Assim, nosso objetivo é criar um dispositivo que se auto-alimente, para reduzir a dependência de fontes de energia externas e não-renováveis.”
Porém, como o próprio nome sugere, é apenas um conceito. Teremos que esperar para ver se soluções como estas se tornaram realidade.
Fonte: Greenblog










Nenhum comentário:
Postar um comentário